CAMPANHA MULHERES ZO
Soberania alimentar e autogestão nos territórios


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AS MULHERES DA ZO?

Nossa campanha carrega consigo um senso de coletividade, uma co-responsabilidade entre mulheres negras e periféricas que alimenta a alma nestes tempos mórbidos. Quando parece não ter saída, é nesse momento que ficamos mais fortes para o enfrentamento e para a construção da luta por direitos. Estamos muito agradecidas por todo o apoio recebido até aqui, porém é preciso continuar e ampliar ainda mais nossa capacidade de diálogo e de captação de recursos.

Após um ano de ações e muitos aprendizados, a META 2 de COMBATE À FOME E PELA SOBERANIA ALIMENTAR tornou-se central para nossa organização. Transformou-se em título da nossa campanha e define agora nossa META 3 de R$50.000 que busca seguir na luta PELA SOBERANIA ALIMENTAR ao mesmo tempo em que avança na AUTOGESTÃO DOS TERRITÓRIOS DA ZONA OESTE.

⁣Contamos com vocês para seguirem conosco para essa nova fase.


META 3: R$50.000 EM 90 DIAS

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A CAMPANHA

A campanha de financiamento Mulheres da ZO: SOBERANIA ALIMENTAR E AUTOGESTÃO NOS TERRITÓRIOS é um desdobramento das ações políticas e sociais desenvolvidas pela Teia de Solidariedade ZO. No último ano, conseguimos captar cerca 30 mil reais e tecemos parcerias que nos permitiram avançar na doação de mais de 4000 cestas básicas e agroecológicas, além de itens de segurança sanitária, produtos de higiene e de autocuidado em várias comunidades da Zona Oeste. Nessa terceira etapa decidimos continuar concentrando todos os nossos esforços no COMBATE À FOME e em defesa da SOBERANIA ALIMENTAR com intuito de caminhar no sentido de uma AUTOGESTÃO NOS TERRITÓRIOS. Para tanto, é necessário estreitar cada vez mais os laços entre a agricultura urbana e periurbana e as favelas, com foco nos movimentos sociais do campo, como o Movimento Sem Terra/MST Baixada, nos quilombos onde reside a agricultura




META 3:
PELA SOBERANIA ALIMENTAR E A AUTOGESTÃO NOS TERRITÓRIOS

A terceira fase de nossa campanha de captação de recursos é um desdobramento dos acúmulos que obtivemos no trabalho desenvolvido nos últimos meses de enfrentamento à fome.

Ação emergencial - Construção de moradia popular em Sepetiba para combater a insalubridade atual de uma das residências. Esta ação em especial se insere no objetivo de longo prazo de autogestão dos territórios.

Foco - Compra direta de agricultoras e agricultores do campo e da cidade; doação de alimentos agroecológicos; socorro emergencial às famílias de infectados por coronavírus;

Consolidamos uma parceria com o MST Baixada e com os agricultores e agricultoras do Maciço da Pedra Branca na compra de alimentos frescos agroecológicos que são direcionados às famílias chefiadas por mulheres pretas e que se encontram em insegurança alimentar. Com o trabalho incansável de nossas articuladoras nos territórios avançamos no processo de distribuição dessas cestas buscando sempre preservar a autonomia e a dignidade de quem as recebe. Nas Vargens, avançamos em um projeto-piloto de instalação de uma Feira Solidária quinzenal na Feira da Roça Agroecologia e Cultura/FRAC com possibilidades de implementação de uma moeda social e o fortalecimento dos circuitos curtos de produção e escoamento, valorizando a agricultura familiar e garantindo que as famílias tenham acesso a um alimento limpo e altamente nutritivo.

Com esses R$50.000 pretendemos dar continuidade à compra e distribuição de produtos frescos nos cinco territórios de incidência da Teia (VARGENS E QUILOMBO DO CAMORIM, BOSQUE DAS CABOCLAS E QUILOMBO D. BILINA (CAMPO GRANDE), SHANGRI-LÁ (JPA), URUC NIA (SANTA CRUZ), SEPETIBA, garantindo condições para operar toda a logística que envolve os nossos esforços de comunicação, o transporte e o apoio às articuladoras que tem colocado sua vida em risco em meio a pandemia para evitar que seus vizinhos e vizinhas sigam passando fome. Além disso, uma parte dos recursos será destinada a oficinas de formação e trocas de saberes, de fortalecimento das práticas agroecológicas, bem como a um fundo ao qual possamos recorrer em situações de extrema necessidade que eventualmente surjam nos territórios em que atuamos.








META 2 (R$30.000)
COMBATE À FOME E SOBERANIA ALIMENTAR;

A segunda meta da campanha mantêm sua âncora na doação de cestas básicas e cestas agroecológicas com foco nas mulheres pretas chefes de família e no transporte necessário à logística de distribuição destas cestas. Entendemos ser um gesto de solidariedade indispensável.

Assim, nos propomos a fazer um recorte racial através da comida entendendo a importância de se discutir o racismo através do alimento e valorizando o contato com as mulheres e famílias no território da Zona Oeste e com os agricultores na feira. O diálogo que existe nesse movimento de articulação é potente e importantíssimo.

Pretendemos disponibilizar recursos para as articuladoras do território que estão nesse trabalho direto da compra e distribuição dos alimentos prevendo uma diária para essas mulheres. Além disso, articular e garantir uma troca de agricultores do território com uma técnica agrícola, a fim de colaborar na construção de conhecimento para o fortalecimento da agricultura familiar.




META 1 (R$15.000)
SAÚDE COMUNITÁRIA E CUIDADO RADICAL

A atuação da Teia conta com uma poderosa equipe de articuladoras voluntárias que arriscam-se nos territórios para garantir a distribuição de alimentos às famílias que mais necessitam. Partimos dessa realidade para propor para um olhar retinto sobre a saúde sustentando-se na noção de que o autocuidado e o exercício de cuidar de quem cuida são também demandas políticas centrais em nossa luta. Assim, elaboramos um kit de saúde e autocuidado baseado no conhecimento ancestral, na produção e no trabalho desenvolvido por mulheres, principalmente mulheres pretas, nos quintais produtivos, quilombos e favelas da Zona Oeste; um kit de papelaria com material lúdico para as crianças para que elas possam brincar em casa e se expressar artisticamente; máscaras artesanais de proteção individual e coletiva; cestas de alimentos frescos agroecológicos para as famílias que seguem sendo assistidas por nossas ações estreitando as pontes entre campo e favela; uma bolsa de iniciação científica direcionada a uma jovem pesquisadora/articuladora para acompanhamento e sistematização de nossa experiência; e material de comunicação sobre saúde para ser divulgado através de meios físicos e digitais.


- 100 kits de saúde e autocuidado | valor unitário por kit R$80,00
100ml de Xarope
10ml de própolis
200ml de sabonete líquido
1 pomada
1 pacote com ervas secas para chás
2 mudas para chá
1 escalda pés
1 creme de massagem
1 caderninho com receitas para xarope e uso das ervas
- 100 kits de material lúdico infantil | ** - valor unitário por kit R$20,00
- 100 máscaras artesanais | valor unitário por máscara R$3,00
- 100 cestas de frescos agroecologicos | valor médio unitário por cesta R$30,00
- 1 bolsa de iniciação científica | R$200,00/mês (mínimo de 3 meses)

10% do orçamento geral da meta para produção de material de comunicação com conteúdos variados (formato físico e digital).










QUEM SOMOS

A Teia de Solidariedade Zona Oeste é uma articulação política de Coletivas, Coletivos e Instituições que atuam nos bairros de Campo Grande, Bangu, Santa Cruz, Sepetiba, Pedra de Guaratiba, Vargens, Quilombo do Camorim, Recreio e Jacarepaguá, gestada e gerida por mulheres pretas e periféricas e que visa diminuir a vulnerabilidade das famílias impactadas pela pandemia através da ação emergencial de combate à fome, em defesa da saúde comunitária, do cuidado radical, da autogestão comunitária e da luta pela assistência social, a moradia popular e a soberania alimentar como direitos.




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